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Mato Grosso aprova R$ 330 milhões para ampliar cirurgias, consultas e exames pelo Fila Zero

Recursos serão destinados a 15 propostas de municípios e consórcios de saúde; Vale do Teles Pires e Várzea Grande receberão as maiores parcelas

A Comissão Intergestores Bipartite de Mato Grosso (CIB-MT) aprovou um investimento de R$ 330,36 milhões para ampliar a realização de cirurgias, consultas e exames eletivos por meio do programa Fila Zero.

O montante foi dividido entre 15 propostas apresentadas por municípios e consórcios intermunicipais de saúde, com o objetivo de aumentar a oferta de procedimentos e reduzir a demanda acumulada na rede pública.

O maior recurso, de aproximadamente R$ 81,87 milhões, será destinado ao Consórcio Intermunicipal de Saúde do Vale do Teles Pires. Na sequência aparece Várzea Grande, com R$ 57,38 milhões, e o Consórcio Intermunicipal de Saúde do Vale do Rio Cuiabá, que receberá cerca de R$ 52,29 milhões.

Outros valores expressivos foram aprovados para o Consórcio Garças/Araguaia, com R$ 30,9 milhões, e Torixoréu, que terá aproximadamente R$ 21,81 milhões.

Juntas, essas cinco maiores propostas correspondem a cerca de R$ 244,27 milhões, representando aproximadamente 74% de todo o recurso aprovado.

Veja a distribuição dos recursos:

  • Vale do Teles Pires: R$ 81.872.594,90
  • Várzea Grande: R$ 57.385.425,46
  • Vale do Rio Cuiabá: R$ 52.292.330,32
  • Consórcio Garças/Araguaia: R$ 30.907.316,49
  • Torixoréu: R$ 21.811.108,40
  • Consórcio Intermunicipal de Saúde do Araguaia: R$ 19.688.696,75
  • Colíder: R$ 18.189.289,66
  • Barra do Garças: R$ 16.626.998,76
  • Confresa: R$ 9.398.427,27
  • Consórcio Araguaia/Xingu: R$ 8.972.494,00
  • Vale do Guaporé: R$ 6.440.843,40
  • Vila Rica: R$ 2.806.947,95
  • Vale de São Domingos: R$ 1.600.037,76
  • Ribeirão Cascalheira: R$ 1.365.624,30
  • Brasnorte: R$ 1.006.656,10

Apesar da aprovação do pacote, os R$ 330 milhões não representam um pagamento imediato. Os recursos serão liberados conforme as ordens de serviço, a realização dos procedimentos e a comprovação da produção hospitalar e ambulatorial pelos prestadores.

A medida busca ampliar o atendimento de pacientes que aguardam por procedimentos eletivos e fortalecer a capacidade da rede pública de saúde nas diferentes regiões de Mato Grosso.

Fonte: Repórter MT.

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